“Carnaval e Economia Solidária, onde a festa encontra o trabalho para a população”

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Publicado em 11/02/2026 - 18:00  |  Atualizado em 11/02/2026 - 18:01
Secretário Marcio Santos no Barracão de bate-Bola da Zona Oeste

 

Quando a gente pensa em Carnaval, as imagens que vêm rápido na cabeça são as músicas, os blocos pelas ruas, as escolas de samba e a alegria que contagia o Brasil inteiro. Mas por trás da folia existe uma força econômica enorme, capaz de transformar vidas e fortalecer comunidades inteiras.

No Rio de Janeiro, só o Carnaval de 2025 deve ter movimentado cerca de R$ 5,7 bilhões na economia da cidade, entre hospedagem, transporte, alimentação e serviços ligados à festa — um movimento poderoso que impacta pequenos empreendedores e famílias diretamente ou indiretamente conectados à festa.

Aqui entra a economia solidária, um conceito que pode parecer só “política pública”, mas que na vida real traz oportunidades de fonte de renda, orgulho e cooperação para a parte mais carente.

A Secretaria Especial de Economia Solidária (SES-Rio), ela organiza feiras, apoia artesãos, incentiva cooperativas, coordena programas e agentes comunitários por todo Rio.

Que capacita moradores de áreas vulneráveis a empreenderem com dignidade e criatividade.
O carnaval virou uma oportunidade de para costureiras, carpinteiros, soldadores e músicos ganharam mais condições de trabalhos, acreditando que é possível construir um futuro diferente dentro da própria comunidade.

O Carnaval traz turistas e dinheiro para a cidade; esse dinheiro circula na festa, nos bares, nas hospedagens, nos blocos e na rede de serviços.
Enquanto uma parte desse movimento é abraçado por modelos de economia solidária, ele gera trabalho sustentável para quem mais precisa — desde os ambulantes e vendedores de rua até grupos de artesãos e cooperativas comunitárias.

O que muita gente ainda não percebe é que a economia solidária transforma o Carnaval em algo que vai muito além da festa: Faz com que ele deixe um legado real para o Brasil.

No fim das contas, o Carnaval pode ser a maior festa do planeta, mas é também uma oportunidade gigantesca de fortalecer pessoas e comunidades por meio da economia solidária.

  • A Secretaria Especial de Economia Solidária (SES-Rio) é o órgão da prefeitura do Rio de Janeiro responsável por elaborar política pública de geração de trabalho, distribuição de renda e inclusão social.

     

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